sexta-feira, 29 de abril de 2011

A meio do caminho...

Chegados ao “intervalo” das meias-finais das competições europeias, quem está em melhores condições de estar nas finais da Liga dos Campeões e da Liga Europa?
Começo pela Liga dos Campeões. Ainda haverá alguém que duvide, que a final vai ser uma repetição daquela que se realizou, em Roma, na época 2008/2009?

Parece quase impossível que o Schalke04 vá ganhar a Manchester, ainda por cima por mais de 2 golos de diferença. E depois da demonstração de superioridade dada pela equipa de Alex Ferguson na Alemanha é difícil de acreditar em tal feito. Venceram por 2-0 mas se não tivesse sido a estrondosa exibição do keeper alemão Manuel Neuer,  poderia ter acontecido uma goleada histórica. Quero aproveitar para registar outra grande exibição de um rapaz chamado…..Ryan Giggs. Que pé esquerdo fabuloso…..e já lá vão 37 anos!!!
Quanto à outra meia-final, se até José Mourinho já atirou a toalha ao chão (será mesmo???), quem mais pode esperar uma reviravolta na eliminatória? Na minha opinião tinha que acontecer uma verdadeira “tragédia” para o Barça perder, em casa, por 3 golos de diferença. E também aqui a superioridade de uma das equipas tem sido evidente. O Barcelona é superior mas o Real tem o melhor treinador do mundo. Chegará?? Penso que não e que a final da Champions deste ano, em Wembley, vai mesmo ser um Manchester United-Barcelona.
Na Liga Europa apenas uma das meias-finais parece desde já decidida. O FC Porto foi demolidor e arrasou o Villarreal por 5-1, no Dragão, depois de estar em desvantagem no intervalo do encontro. Um demonstração de força que só irá acabar, ao que tudo indica, em Dublin. Da forma como o FC Porto está a jogar não me parece que a equipa espanhola tenha condições de virar o resultado. É verdade que no futebol tudo é possível, mas na maior parte das vezes acaba por prevalecer a lógica.
Resta a única meia-final em que, na minha opinião, está tudo em aberto. Benfica ou Sporting de Braga, quem irá ganhar o direito de participar na final da Liga Europa? Duas equipas que se conhecem muito bem, “fartas” de jogar uma contra a outra e um resultado nada esclarecedor na primeira mão. Tudo irá ser decidido no Estádio Axa. E quem é o favorito? O Benfica é melhor equipa mas está de rastos, o Braga vê-se na obrigação de ter que assumir o jogo, para passar a eliminatória, o que não está de acordo com a sua forma de jogar. Vai ser, com toda a certeza, um jogo bem interessante de seguir.
O que parece ser cada vez mais uma realidade é a final da Liga Europa vir a ser disputada por dois clubes portugueses, o que é muito bom para o nosso futebol mesmo havendo quem diga que é uma competição menor.
Partilhem aqui as vossas opiniões sobre os jogos decisivos das competições da UEFA.
Saudações Desportivas

terça-feira, 26 de abril de 2011

O Dez de Turim...

283 golos…são muitos golos!!! No fim-de-semana passado, com os dois golos obtidos pelo seu clube de “quase” sempre, Alessandro Del Piero tornou-se no melhor goleador da história do futebol italiano, ultrapassando o mítico Giuseppe Meazza, antigo jogador do Inter.
Del Piero é, neste momento, o símbolo da Juventus, à imagem de outros capitães de equipas italianas como Zanetti  no Inter, Totti na Roma e como foi Maldini no ACMilan. Todos jogadores com uma ligação de muitos anos com os seus clubes (coisa muito rara no futebol português…).
Quando chegou à equipa de Turim, em 1993 proveniente do Pádova,  Del Piero tinha apenas 18 anos e na primeira época não foi titular muitas vezes. Mas a partir da segunda época começou a ser primeira opção e, tirando os períodos em que esteve lesionado e os últimos 2/3 anos, foi sempre indiscutível e muitas vezes capitão de equipa. A camisola número 10 bianconera, utilizada anteriormente por Michel Platini e Roberto Baggio, estava destinada a ser dele. 
E que tipo de futebolista é Del Piero? Eu sou suspeito para falar deste avançado italiano, pois é um dos meus favoritos. Jogador tecnicista, capaz de pequenas maravilhas com a bola, marcador de golos (muitos golos…), exímio na execução de bolas paradas, é um daqueles que não tem posição definida, não é um clássico nº10, não é ponta-de-lança, não é extremo, é uma médio/avançado de (muita) classe…..
Em Turim venceu 5 títulos de Campeão Italiano (mais 2 que foram retirados à Juventus devido ao escândalo de corrupção), 1 Taça de Itália, 4 Supertaças Italianas e, imagine-se, um título da 2ª divisão italiana em 2006/2007. Nessa temporada, devido ao escândalo atrás referido, a Juventus disputou o segundo escalão e Del Piero, ao contrário de outros (Cannavaro, Thuram, Ibrahimovic….) manteve-se fiel ao clube acompanhando-o nessa travessia.
A nível externo o auge aconteceu em 1996, com a vitória na Liga dos Campeões sobre o Ajax. Viria a estar na final mais três vezes (1997, 1998 e 2003) sem o mesmo sucesso. Ganhou a Supertaça Europeia e a Taça Intercontinental também em 1996. Com a Selecção Italiana alcançou o título mundial em 2006.
Del Piero tem momentos fantásticos na sua carreira mas há um que ficou, com toda a certeza, marcado na memória de muitos. 5 de Novembro de 2008, Estádio Santiago Bernabéu em Madrid, o Real a receber a Juventus para a Liga dos Campeões. O resultado final foi de dois a zero para os italianos com os tentos a serem apontados por este jogador de que vos falo. E na altura da sua substituição, o que acontece??? Todo o estádio de pé a aplaudi-lo!!! Ser aplaudido em pleno Bernabéu, pelos adeptos do Real, depois de ter resolvido um jogo a favor do adversário não é para todos…..
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Deixo-vos um vídeo do momento em Madrid e outro com alguns pormenores daquele que é um dos meus avançados predilectos
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Partilhem aqui as vossas opiniões e recordações do “eterno” capitão da Juve.
Saudações Desportivas

domingo, 24 de abril de 2011

Taça para todos???

A Taça da Liga (ou Bwin Cup) foi este Sábado, mais uma vez, entregue ao Benfica. Quanto à justiça dessa vitória não me vou pronunciar, pois não tive oportunidade de assistir ao encontro dos encarnados frente à belíssima equipa do Paços de Ferreira.

A questão que levanto é a seguinte: a Taça da Liga está feita para os “grandes”???


Vejamos como se desenha o esquema da prova:
-uma primeira fase com os 16 clubes da Liga Orangina (vulgo Liga de Honra) divididos em 4 grupos de 4 equipas. Nesta fase há apenas uma volta e passam os 2 primeiros de cada grupo para a segunda fase.
-na segunda fase entram os 8 da Liga Orangina mais os 8 clubes da Liga Zon Sagres (vulgo 1ª Liga)que pior se classificaram na época anterior. Aqui já não há grupos mas sim uma eliminatória a duas mãos, encontrada mediante um sorteio, que obriga os clubes da Liga Orangina a jogarem contra os da Liga Zon Sagres. Daqui seguirão 8 clubes para a terceira fase.
-na terceira fase voltamos aos grupos. Entram os 8 que passaram da fase anterior mais os 8 melhores classificados da época anterior na Liga Zon Sagres (o que inclui, naturalmente, os “grandes”). Os 4 primeiros classificados da época  anterior (onde estão “sempre” os “grandes”) são cabeças-de-série e são colocados em grupos diferentes. Como se isso não bastasse, ainda jogam 2 jogos em casa e apenas um fora (nestes grupos também há apenas uma volta). O caminho até aos jogos finais está um bocado facilitado, não???? Passa às meias-finais o primeiro classificado de cada grupo.
-quarta fase ou seja, meias-finais. Disputadas apenas a um jogo. E onde é feito esse jogo? Na casa do clube melhor classificado na época anterior…..ou seja, muito provavelmente na casa de um “grande”!!!
Há várias interpretações desta prova, que já mudou de regras várias vezes em apenas 4 anos. Uns dizem que se não for assim ninguém lhe dá importância e acaba por “morrer”. Outros que, desta forma, não dão oportunidades aos clubes mais “pequenos” de conseguirem competir com igualdade. Já li, também, que é uma prova onde os clubes “pequenos” conseguem realizar verbas financeiras interessantes (não sei de que forma…).
A verdade é que em quatro edições tivemos sempre clubes “grandes” nas finais. Em 2008 o Sporting (que até acabou por perdê-la para o Vitória de Setúbal), em 2009 houve um Sporting-Benfica, no ano passado um Benfica-FC Porto e este ano novamente o Benfica. Podem alegar que na final da Taça de Portugal também está na maior parte das vezes um “grande”, que os “grandes” chegam lá porque são melhores, enfim, uma série de outras razões, mas é demasiado evidente que o caminho para chegarem, pelo menos, às meias-finais é-lhes muito facilitado pelo regulamento da prova.
Aproveito para felicitar o Benfica pela conquista da edição deste ano da Bwin Cup (ou Taça da Liga, como queiram).
Partilhem aqui as vossas opiniões sobre a mais recente competição do nosso futebol profissional.
Saudações Desportivas

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Pepe Rápido...

Dois clássicos espanhóis em poucos dias (e mais dois estão para vir) e Mourinho não perdeu nenhum, ou melhor, o Real Madrid não perdeu nenhum……
Tivemos os golos dos melhores do mundo, nos dois jogos (2 para Ronaldo, 1 para Messi), defesas impressionantes dos 3 guarda-redes utilizados (Casillas pelo Real, Valdés e Pinto pelo Barça), o habitual futebol muito apreciado do Barcelona, a habitual solidariedade das equipas de José Mourinho, mas, na minha opinião, a chave do sucesso merengue esteve no posicionamento (aliado à fantástica atitude) de PEPE…..
Empurrado para a frente da defesa no encontro de Sábado, para a Liga, Pepe varreu a sua zona com uma eficácia enorme, fez quase 20(!!!) recuperações de bola e conseguiu, numa altura em que o Real já jogava só com 10 e Mourinho já o tinha devolvido ao meio-campo depois de ter jogado alguns minutos no centro da defesa, empurrar a equipa para a frente de forma a evitar a derrota em pleno Santiago Bernabéu. Um jogão do luso-brasileiro….
Mas Pepe não ficaria por aqui. E Mourinho também não. Para a final da Copa do Rei, de quarta-feira, o técnico português tinha outra ideia para o central/médio. Optou por colocar Xabi Alonso à frente da defesa e avançá-lo mais um pouco no terreno. Pepe era, juntamente com Khedira, o jogador que mais pressionava a equipa do Barcelona quando esta tinha a posse da bola, e isso impediu, especialmente na 1ª parte, a equipa da Catalunha de explanar o seu habitual futebol. E chegou a aparecer em zonas de finalização……aquela bola  no poste seria um justo prémio se tivesse entrado. Mesmo que na 2ª parte tenha tido, por vezes, algumas dificuldades em suster o caudal ofensivo do Barcelona, mantenho que foi ele (o seu posicionamento, a sua garra e atitude) a chave para estes 2 jogos em que o “fabuloso” Barça não conseguiu vencer.
Pepe  chegou a Portugal em 2001, muito jovem, para representar o Marítimo, teve em 2002 uma breve passagem, à experiência, pelo Sporting (onde acabou por não ficar devido a desacordo de verbas entre os dois clubes), e acabaria por ser vendido ao FC Porto em 2004. Dois títulos de Campeão Português, em três anos na cidade invicta, chegariam para o Real Madrid pagar 30 milhões de euros por ele em 2007. Nesse ano, depois de naturalizado, jogaria pela primeira vez pela Selecção Portuguesa e sagrar-se-ia Campeão Espanhol pela única vez (até agora…).
Acusado, algumas vezes, de excesso de dureza, continua, na minha opinião, a ser um dos melhores centrais do mundo. E que pena tenho eu que os 30 milhões de euros não tenham ficado em Alvalade……

Partilhem aqui as vossas opiniões sobre uma das figuras dos 2 primeiros clássicos espanhóis, dos 4 que vamos ter em pouco tempo.

Saudações Desportivas

domingo, 17 de abril de 2011

O Se7e Maldito...

O SETE….. para muitos um número mágico. São sete as maravilhas do mundo assim como as cores do arco-íris, também há os sete mares e as sete colinas de Lisboa,  os sete pecados mortais e as sete virtudes divinas e até os dias da semana são….SETE.

Mas existe um local onde o número 7 parece amaldiçoado………em Alvalade!!!
No dia do regresso aos relvados do actual 7 do plantel  leonino, trago aqui a história…..

1994/1995 foi a última época em que os jogadores usaram, apenas, os números de 1 a 11. Nessa temporada quem mais vezes utilizou a camisola nº 7 do Sporting foi Luis Figo. Seria  o último ano dele em Alvalade, antes de rumar a Barcelona, deixando além da saudade, também, ao que tudo indica, uma “maldição” aos seus seguidores com aquela camisola.
Senão vejamos:
Na época seguinte foi Ricardo Sá Pinto a envergar o nº 7. Um primeiro ano normal, sem nada de esquisito a acontecer. Veio a segunda temporada de nº 7 às costas e……..agressão ao seleccionador nacional da altura, Artur Jorge.  Suspensão por 3 anos de jogar em Portugal e lá foi o Sá até ao Pais Basco para jogar na Real Sociedad. Mas a história de Sá Pinto com a camisola 7 não acaba aqui. Já lá iremos.

Em 1997/1998 quem escolheu a camisola em questão foi o búlgaro Iordanov. Um jogador sem nada de negativo no seu passado. O que acontece então? Além de um acidente gravíssimo, de carro, que por pouco não lhe custou a vida, é-lhe diagnosticada esclerose múltipla, doença que o ia obrigar a nunca mais ser o mesmo no futebol. Azar? Coincidência? Mas há mais….
1998/1999 foi uma temporada em que o dono da “maldita” camisola não teve graves lesões, nem graves acidentes. Leandro Machado, um ponta-de-lança brasileiro, “apenas” teve alguns problemas disciplinares (era um rapaz amigo das noites) e acabou por sair do Sporting sem deixar grandes saudades.
Delfim foi o dono da 7 em 1999/2000. E o que aconteceu ao rapaz que tinha vindo do Boavista? No fim da época é vendido ao Marselha e aparece-lhe uma lesão nas costas que quase o atirou para uma cadeira de rodas. É verdade!!!
Mais um ano e novo dono da camisola, aliás “velho” dono, pois foi Sá Pinto a voltar a envergá-la. Regressou de Espanha e escolheu-a, só que foram poucas as vezes que a utilizou porque sofreu uma grave lesão no joelho e esteve muitos meses afastado dos relvados.
Em 2001/2002 chegou ao clube o romeno Marius Niculae, escolheu a 7 e tudo parecia correr sobre rodas. O Sporting a ter bons resultados, Niculae a marcar golos e a ajudar Jardel a marcá-los, até que…….lesão gravíssima em Dezembro e muitos meses de recuperação para o avançado. No ano seguinte também foi ele o seu dono mas nunca mais voltou a recuperar a “boa onda” anterior. Maldição????
Nos 4 anos seguintes (de 2003 a 2007) nenhum jogador utilizou a camisola “maldita”. Medo?? Respeito?? Superstição??
Até que na época 2007/2008, com a chegada de Marat Izmailov, voltou a existir camisola 7 no plantel do Sporting. O russo não teve medo e escolheu-a. E no início tudo parecia correr bem. O jogador foi bem recebido pelos adeptos, jogava bem, marcava golos e tornou-se rapidamente um dos preferidos da massa associativa. Mas a “maldição” viria a atacar……lesão grave, problemas disciplinares que chegaram ao tribunal do trabalho, afastamento do plantel, o que faltaria acontecer mais a Izmailov? Felizmente reapareceu hoje e espero que na próxima época volte a mostrar o excelente jogador que é. E de preferência com outro número nas costas.
Eu, se fosse jogador do Sporting, não quereria o 7 com toda a certeza……..
Partilhem aqui as vossas opiniões sobre o SE7E MALDITO.

Saudações Desportivas


quinta-feira, 14 de abril de 2011

Raúl Madrid......

Terminados os quartos-de-final da Liga dos Campeões, entendi trazer a este blog, um nome que vai figurar para sempre na história desta competição.
Falo de Raúl González , o mítico nº7 espanhol, que atingiu hoje a bonita marca de 71 (ou 72 para algumas publicações) golos na maior competição de clubes europeus.
E quem é afinal Raúl? Um finalizador de fino recorte com um pé esquerdo fabuloso. Não é forte fisicamente, não joga muito bem de cabeça, o seu pé direito é fraquinho mas…….marca golos, muitos golos!!!
Tudo começou em 1994, quando Jorge Valdano, na altura treinador do Real Madrid, o resolveu promover à equipa principal dos merengues. E, então com 17 anos, Raúl  marcou logo 9 golos na sua época de estreia. Com a curiosidade do primeiro ter sido apontado contra um dos maiores rivais, o Atlético de Madrid (clube onde se iniciara como futebolista, nas camadas jovens, e de onde viria a sair para o Real por lá terem acabado com os escalões de formação).
A partir daqui a carreira de Raúl foi recheada de sucessos. Sempre (até ao início desta época) com a camisola do Real  Madrid. Campeão logo na primeira época, viria a repetir o feito por mais cinco vezes. Mas os pontos mais altos da sua carreira foram as três Ligas dos Campeões ganhas (1998, 2000 e 2002), tendo marcado nas duas últimas. A nível individual foi Bola de Prata em 2001 e o 3º melhor jogador do Mundo para a FIFA no mesmo ano.
Curiosamente com a camisola da selecção espanhola nunca conseguiu nenhuma conquista e os títulos de Campeões da Europa e do Mundo já seriam celebrados sem a sua presença.
Menos utilizado na passada época e com a possibilidade de passar nova temporada com poucas oportunidades de jogar, em Madrid, resolveu mudar de ares e escolheu o campeonato alemão, ao serviço do Schalke 04, para continuar a marcar golos. E já ajudou os germânicos a chegar à meia-final da Liga dos Campeões…… 

Sem qualquer dúvida um dos bons avançados da última década.

Partilhem aqui as vossas recordações e opiniões sobre Raúl González
Saudações Desportivas

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Não há invencíveis....

18 de Maio de 1994 vai ficar na história como o dia em que o “Dream Team” de Johan Cruyff foi goleado e humilhado em plena final da Liga dos Campeões. É verdade que não foi por uma equipa qualquer, foi “só” pelo AC Milan do italiano, na altura ainda pouco conhecido,  Fabio Capello.
O jogo teve lugar em Atenas, no Estádio Olímpico, e o Barcelona, acabado de se tornar tetracampeão em Espanha e campeão europeu dois anos antes, era apontado, por toda a gente, como o favorito à vitória. Mas do outro lado estava outro colosso europeu, tri-campeão italiano e vencedor de 2 Taças dos Campeões Europeus nos últimos 5 anos, o AC Milan.
Se todo o favoritismo já era apontado ao clube catalão, depois de se ficarem a conhecer as ausências na turma italiana, ele ainda aumentou mais. Da fabulosa defesa “rossoneri”  composta por Tassoti, Maldini, Baresi e Costacurta, só os dois primeiros puderam dar o seu contributo nesta final. Ausentes por lesão estavam o ponta-de-lança Marco Van Basten e o extremo, na altura o mais caro jogador do mundo,  Lentini (acabou por estar no banco mas com limitações, nem chegou a jogar). Para além disto, e em virtude do limite de estrangeiros, ficaram de fora Brian Laudrup, Raducioiu e J.P.Papin. Eram muitas baixas….
O Ac Milan jogou com Rossi na baliza; Tassoti na direita da defesa e o muito jovem Panucci na esquerda, com Filippo Galli e Paolo Maldini como  centrais. O meio campo foi composto pelo francês Desailly, os italianos Albertini e Donadoni e o croata Boban.  O ataque ficou entregue a Massaro e ao Homem do Jogo, o montenegrino Dejan Savicevic (um jogador fabuloso).
O Barcelona alinhou na máxima força, com a sua formação habitual: Zubizarreta era o guarda-redes, defesa com Ferrer e Sergi nas laterais e Nadal e Koeman na zona central. Guardiola, Amor e Bakero no meio campo. Na frente além do espanhol Begiristain estavam as estrelas da companhia, o búlgaro Stoichkov e o brasileiro Romário.

Mas quem estava à espera de uma vitória confortável do “Dream Team” (nome pelo qual era conhecida a equipa do Barça), bem se enganou….

Comandada por um inspirado Savicevic, com um meio campo de muita qualidade e a habitual solidez defensiva (mesmo sem 2 dos titulares), neste jogo ainda apareceria, na equipa italiana, a veia goleadora de um avançado mal amado (não devia ser fácil ocupar o lugar de Van Basten), Daniel Massaro. Ao intervalo já o italiano tinha bisado. Na segunda parte, Savicevic fez o terceiro com um chapéu fenomenal e Desailly viria a fechar a contagem a meia hora do fim do jogo.
Foi mais uma prova de que no futebol não há vencedores antecipados…… e confesso que na altura me deu especial gozo pois queria que o AC Milan vencesse!!!
Deixo aqui um vídeo para que possam assistir aos lances mais importantes deste jogo.
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Partilhem aqui as vossas opiniões e recordações desta final em que o “Dream Team” recebeu uma valente lição…..
Saudações Desportivas

sexta-feira, 8 de abril de 2011

El Pibe esteve em Alvalade...e eu também!!!

Em noite de Liga Europa para três clubes portugueses, infelizmente, o “meu” Sporting não esteve presente.
Resolvo então recordar aqui a minha primeira ida à bola, num jogo das competições europeias, para um local no estádio, diferente daquele a que estava habituado a ir com o meu pai.
Foi a 14 de Setembro de 1989 e o Sporting ia receber o Nápoles, de Diego Armando Maradona, no velhinho Estádio José de Alvalade.  O meu pai foi para o seu lugar na central e eu fui com o meu primo Luis para a Superior Sul. Bilhete adquirido por 3800$00 (mais ou menos 19 euros), um macito de cigarros comprado a meias (SG Mentol, se bem me lembro - devia ser para parecermos mais velhos) e lá fomos nós….
O Sporting alinhou com  Ivkovik na baliza, na defesa com um lateral direito brasileiro de nome João Luis, Leal era o lateral esquerdo e no eixo da defesa jogaram Venâncio e um dos melhores centrais que vi jogar no Sporting, o internacional canarinho, Luisinho.
O meio-campo foi composto por Carlos Xavier, Douglas (um dos jogadores de quem mais gostava), Carlos Manuel (o famoso Carlão que tinha jogado anos a fio no Benfica) e Valtinho, outro brasileiro de qualidade duvidosa para representar o Sporting.
O ataque ficou entregue a Marlon Brandão (mais um vindo do país irmão, que mais tarde viria a ter algum sucesso no Boavista) e Paulinho Cascavel (outro brasileiro, este um ponta-de-lança com qualidade e que marcou muitos golos). O treinador era Manuel José.
Do outro lado recordo, para além de Maradona  (que numa fase já algo atribulada, começou no banco), o defesa Ciro Ferrara, o médio De Napoli, o avançado Carnevale e os internacionais brasileiros Alemão e Careca. Havia também um italiano pequenito e ainda jovem de nome Gianfranco Zola.
O jogo foi pobre, com poucas ocasiões de golo e terminou empatado a zero. Deixo aqui um pequeno resumo para quem quiser recordar ou ver pela primeira vez.
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Mas valeu a pena, pelo menos, porque já posso dizer que vi o melhor jogador de sempre (na minha opinião) ao vivo e a cores. E embora tenha jogado pouco tempo, conseguiu deixar-nos esta imagem de felicidade..... 
Afinal de contas tinha vestida a camisola do “meu” Sporting!!!!

Partilhem aqui as vossas opiniões e recordações.
Saudações Desportivas

quarta-feira, 6 de abril de 2011

A(s) Verdade(s)....

Como em muitas outras coisas, no futebol também há sempre mais do que uma verdade.  Pretendendo que este blog tenha cada vez mais participação e que ela ocorra da forma mais civilizada e desportiva possível, resolvi hoje dar a palavra aos 2 primeiros comentadores deste espaço. Um benfiquista (Bruno Barbosa) e um portista (Miguel Lages Marçalo). O objectivo foi perceber como eles, cada um com com os seus “óculos”, viram e viveram o clássico do passado Domingo.
Analisem então as diferenças e semelhanças de opinião sobre o mesmo jogo.
A primeira “verdade”:
-“A convite do meu amigo Rui, coube-me a honra de partilhar convosco a perspectiva e o sentimento de um benfiquista sobre o clássico, que acabou por ditar a consagração do Porto como campeão nacional de 2010/2011 e logo em plena Luz. Primeiro que tudo, e para salvaguardar-me de mal entendidos, a opinião que aqui expressar sempre que o Rui me convidar não é - nem tenta ser - imparcial, isenta ou intelectualmente honesta. É uma opinião de alguém para quem o Benfica é, sem margem para dúvidas, o melhor do mundo. 
Posto isto, a minha opinião é de que o jogo de ontem foi uma prova, dada em 90 minutos, da superioridade do FC Porto sobre o único rival (as outras 14 estão cá a fazer número), ao longo de toda a época. É verdade que Jesus parece ter o azar de nunca conseguir disputar estes jogos de vida ou morte com o seu melhor 11. Ou é porque alguém é expulso, ou porque alguém está lesionado e até posso pensar que com Maxi, Martins e Cardozo a história seria diferente.. Porém, a forma como o Porto entrou em campo, confiante, mandão, pressionante e rápido, não deixou margem para dúvidas: aqueles senhores não fizeram 300km de autocarro para vir às compras ao Colombo mas sim para ganhar o jogo das suas vidas. Não sei se o nosso melhor 11 seria capaz de travá-los, embora goste de pensar que sim.
 A verdade é esta, amigos benfiquistas, a forma como o meio campo do Porto tomou conta da criatividade do Benfica é de salientar porque não é fácil fazê-lo e muito pouca gente o consegue. Procurámos disputar o jogo e marcar o nosso ritmo mas a verdade é que o Porto foi superior e raramente nos deixou fazer aquilo que tão bem sabemos, jogar futebol bonito. No entanto, para mim, não foi a qualidade do meio campo ou a velocidade do ataque azul e branco que nos derrotou. Também não foi a terrível arbitragem de Duarte Gomes e enganam-se se acreditam que o Roberto ofereceu dois golos, três pontos e um campeonato de forma tão fácil. E explico-me.
 O ano passado o Benfica teve a mesma oportunidade de se sagrar campeão no estádio do Dragão. Não conseguimos, e perdoem-me os que discordam, quando no ano passado ninguém tinha pernas para nós, neste nosso Portugal. Como é que foi possível, então? Simples. O Benfica viajou para a invicta a pensar "bom, se não ganharmos aqui, para a semana somos campeões na mesma, não há problema" enquanto o Porto nos recebeu com "nem pensar ver estes Mouros a festejar aqui!". Não se lembram da garra do Bruno Alves nesse jogo? Eu lembro-me.
 Este ano os papéis trocaram-se mas as mentalidades não. Para mim, esta vitória foi caracterizada pela garra do norte, traço característico do clube para quem vale tudo. O Porto é melhor que o Benfica? Os pontos dizem que sim mas a minha opinião é que não é. Simplesmente, o Benfica, conformado com o facto de ser segundo nesta liga, recebeu este Porto guerreiro de forma macia e foi muito castigado por isso. Claro que se a bola ao poste ao minuto 90+2 tem entrado, já ninguém falaria de atitudes ou da superioridade do Porto. Mas não entrou. Por isso, reconheço que o adversário foi melhor e mereceu tamanha glória!
 Parabéns Porto. (Ainda vos) faltam 7 aninhos..
 Bruno Barbosa"
E agora a segunda “verdade”:
-“Lá fui à Luz, o que  para nós Portistas em Lisboa não é fácil. Tive que estar às 17 hrs no Pólo Tecnológico de Telheiras para me juntar aos da minha cor, para garantir a minha, nossa segurança.
Com tanta peripécia pelo caminho, revistas às palmilhas das sapatilhas foram a última exigência para finalmente conseguir entrar no campo às 20.20 hrs….
Já a ver a bola, vi o FCPorto a massacrar, ao Aimar ser perdoada uma expulsão aos 6 minutos de jogo…e depois o já esperado golo do Porto, tenho ideia que o Benfica ainda não tinha ido à  nossa baliza, o golo é do Guarin, o robbie maman colaborou mas…o Roberto até safou aquela do Cebola quase no fim..aí além de apagarem a luz e ligarem a rega deviam fazer mais uma maldade qualquer.
Finalmente, lá marcaram um golito num penaltie mais que duvidoso e nós lá aproveitámos o facto de termos Hulk e ele facturou o 1-2 ….
A 2ª parte deu ao Duarte Gomes para não nos deixar jogar..além do Robertinho não ter ido para a rua quando fez penaltie, fartou-se de nos marcar faltas contra e nada a favor e ainda conseguiu não expulsar o Javi Garcia e o Coentrão que ía marcar 3 golos neste jogo para se vingar da humilhação sofrida no 5Draga0….também podia ter expulso o Moutinho aos 90+4 mnts há que dizer, mas lá vencemos e, acaso do destino, calhou conquistar o 25º Título Nacional naquele campo.
Fez-se a festa na medida do possível….os jogadores a tentar a ir ter com os adeptos mas os stwearts fizeram uma barreira, não perceberam que era só para oferecer as camisolas, uns burrancas….
Depois faltou a Luz, mas a festa foi continuando e até além do champagne jorrou água do relvado….e os atletas lá contentes da vida, afinal tinham sido Campeões, o 7ªTítulo dos últimos 10 anos, e foi assim à luz das estrelas, onde estava escrito que ía acontecer o que aconteceu, que se fez a festa.
Com isto, foi-me permitida a saída do campo, escoltados até onde tínhamos os transportes, entre eles o meu carro, onde cheguei à 1.30 hr da manhã, portanto foram 8.30 hrs para poder ir ver o meu Clube, e o curioso é que eu moro junto ao Colombo a 2 mnts do campo do Benfica.
Para o ano há mais,
Cumprimentos desportistas
 M L M

Duas visões diferentes em que, como se pode ler, há mesmo mais do que uma “verdade”……

É isto, também, que nos faz gostar de futebol!!! 
Partilhem aqui as vossas opiniões.
Saudações Desportivas

terça-feira, 5 de abril de 2011

Capitães da Bola...



Hoje falo-vos de capitães. E de capitães do Futebol Clube do Porto, o novo Campeão Nacional 2010/2011. Nos últimos 30 anos (o tempo que levo de seguidor do futebol) o FCP teve 8 jogadores a “liderar” a sua equipa. E, quase, todos eles (talvez exista uma ou duas excepções) foram verdadeiros líderes. Não se limitavam a entrar à frente dos outros no campo, a escolher cara ou coroa ou de que lado queriam começar o jogo. Eram a voz de comando dentro das quatro linhas, o exemplo para os restantes.
O primeiro capitão do FCP de quem me lembro (muito pouco aliás) foi Rodolfo Reis, um médio defensivo do qual não recordo muita coisa além do nome. Seguiu-se Fernando Gomes, um dos melhores avançados nacionais (6 vezes o melhor marcador do campeonato nacional e 2 vezes o melhor marcador europeu), que viria a terminar a carreira no Sporting. Com a sua saída quem ficou com a braçadeira foi o mítico lateral-direito, João Pinto. Com ele a camisola nº2 do FCP passou a ter um significado especial, uma espécie de imagem de marca dos capitães, e viria posteriormente a ser envergada por Jorge Costa, o seu seguidor. Jorge Costa, um central duro e acérrimo defensor das suas cores.
Até esta altura, todos os capitães de que falei tinham algo em comum: “nasceram” nos escalões jovens do FCP. Algo que, nos próximos quatro, só iria voltar a acontecer com um.
Com a retirada de Jorge Costa, o escolhido foi Pedro Emanuel, outro central, este vindo do Boavista, mas que tinha qualidades que faziam dele um bom capitão. Embora continuasse a ter influência no balneário, Pedro Emanuel foi perdendo o lugar no onze, e com um plantel recheado de sul-americanos o clube optou por promover o argentino Lucho González a dono da braçadeira. Outro jogador “nascido” fora e com a particularidade de ser estrangeiro. Lucho foi transferido e regressou-se à cultura de capitão formado no clube, de novo um central, de novo um jogador duro, de novo com a camisola nº2. Bruno Alves foi o eleito. Por fim, o capitão do mais recente título foi mais um jogador fora do padrão habitual. Guarda-redes e estrangeiro, falo de Helton.
Com os jogadores a estarem cada vez menos identificados com os clubes que representam, a jogarem cada vez menos anos no mesmo sítio, o perfil do jogador capitão vai mudando e ninguém consegue adivinhar quem vai ser o capitão da nossa equipa na próxima época.
Quem foi o capitão da vossa equipa de que mais gostaram e porquê?
Partilhem aqui as vossas recordações e opiniões sobre estes capitães da bola.
Saudações Desportivas

segunda-feira, 4 de abril de 2011

O Campeão Improvável....

Em noite de novo Campeão Nacional, venho aqui relembrar o vencedor de há 10 anos atrás. Talvez o campeão mais improvável de que me lembro....o Boavista, ou para alguns o Boavistão de Jaime Pacheco.

Quem era essa equipa? O onze base era formado pelo guarda-redes Ricardo (foi nessa fase que chegou à Selecção Nacional sendo posteriormente contratado pelo Sporting). A linha defensiva tinha Frechaut à direita e o francês Quevedo à esquerda. No centro estava o capitão Litos e um futuro capitão do F.C.Porto, Pedro Emanuel. Normalmente organizada em 4-3-3, tinha no meio-campo dois médios mais defensivos que costumavam ser Rui Bento (que no ano seguinte se tornaria de novo campeão, desta vez no Sporting) e Petit (também vai à Selecção nesta altura e depois "salta" para o Benfica). O play-maker era o boliviano Erwin Sanchez (um jogador acima da média e um exímio marcador de bolas paradas). Nas alas jogavam o brasileiro Duda e o experiente Jorge Couto. O ponta-de-lança mais utilizado foi o "pistoleiro" Silva. Como 12º jogador, e muitas vezes usado como arma secreta por Jaime Pacheco, estava Martelinho.

Há quem diga que "factores externos" estiveram na origem desta conquista mas houve outras coisas a ter em conta:
- as confusões em que estiveram envolvidos os 3 grandes (todos na mesma época não é normal);
- o "desprezo" com que estes mesmos 3 grandes olharam para o Boavista. Quando quiseram apanhá-lo já era tarde; 
- o Boavista era uma equipa muito trabalhadora e que, em quase todas as situações, "corria mais";
- a qualidade do onze boavisteiro era boa. Não é por acaso que levou jogadores à selecção e levou os grandes a irem lá apetrechar-se.

Deixo para o fim o treinador: Jaime Pacheco. Para muitos um treinador sem qualidade, para outros um treinador incompreendido e ainda há quem diga que paga a factura de ter sido campeão pelo Boavista o que leva a que não obtenha outros êxitos.

Foi há 10 anos.......

Partilhem aqui as vossas recordações e opiniões sobre este Campeão Improvável.

Saudações Desportivas

sábado, 2 de abril de 2011

O meu “sócio”….


Hoje trago-vos o nome que me persegue desde os meus 16/17 anos, altura em que alguém achou que eu tinha semelhanças (físicas(?), técnicas(?), até agora estou sem saber!!) com este senhor.
JEAN-PIERRE PAPIN foi um dos bons pontas-de-lança que apareceram no fim da década de 80, mas confesso que não era dos meus preferidos. Tinha outros favoritos…..mas um nome francês era bem melhor do que ser conhecido por Romário, Van Basten, Lineker ou Gomes, por exemplo.
Quais as principais características deste gaulês? Velocidade e rapidez de execução. Não era de grandes floreados mas marcava muitos golos, principalmente em Marselha onde foi um ídolo e chegou a capitão de equipa. Aí ganhou 4 títulos de campeão. Acabou por sair para Milão, precisamente no ano em que o clube do sul de França se sagrou Campeão Europeu(92/93). Viria a sê-lo, no ano seguinte, ao serviço do AC Milan, onde também festejou 2 títulos italianos. Já numa fase descendente da sua carreira, experimenta o futebol alemão, defendendo o colosso Bayern de Munique e voltando a conquistar títulos (Taça Uefa). Regressa a França com 33 anos (para o Bordéus) e ainda joga até aos 41 em clubes de menor dimensão. Ah e é verdade, em 1991 foi Bola de Ouro. Nada mau…..
Hoje em dia já não há tantas pessoas a tratarem-me por Papin, mas há com certeza alguns conhecidos que não sabem o meu verdadeiro nome.

Deixo-vos com um pequeno vídeo, onde, os que o viram jogar o podem recordar, e os que nunca o viram o podem conhecer.

video

Partilhem aqui as vossas recordações deste ponta-de-lança ao qual para sempre estarei ligado sem saber muito bem porquê.......

Saudações Desportivas

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Até parece mentira.....

Dou hoje início ao blog "para quem gosta de bola". Se forem como eu, será com toda a certeza um espaço que irão visitar com agrado e onde todos poderão recordar velhas glórias, ler opiniões iguais ou diferentes das vossas, participar com os vossos comentários, enfim, ajudar a tornar este projecto o mais interessante possível. Conto com todos, desde Sportinguistas a Benfiquistas, Portistas a Bracarenses, Vimaranenses a Setubalenses e por aí fora!!

Hoje, e como o Sporting tem andado nas bocas do mundo, resolvi partilhar convosco aquele que eu considero "O Melhor 11" que vi jogar deste clube centenário.

Na baliza o malogrado Vitor Damas; no quarteto defensivo, 2 portugueses nas laterais, Carlos Xavier à direita e Rui Jorge à esquerda e 2 brasileiros no eixo central, Luisinho e André Cruz; como médio defensivo, um dos meus ídolos de infância, Douglas; o meio-campo ofensivo ficaria a cargo de Oliveira e Balakov; nas alas os dois F's, Figo e Futre; como ponta-de-lança o fenómeno Jardel.

Será que daria para ser campeão??? Nunca ninguém saberá.....

Façam as vossas escolhas e partilhem-nas aqui!!

Em breve apresentarei "Os Melhores 11" do Benfica e do Porto.


Saudações Desportivas